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Oi, gente!!! Bom, como já ficou bem claro, estou ruiva! Vou contar aqui um pouco do processo e de como será a vida daqui para frente…hehe! 1 – A Ideia:

Primeiro que para ficar ruiva eu avaliei demoradamente os tons de ruivo que eu queria e os que eu não podia nem imaginar. Não gosto do vermelho escuro e para mim o ruivo tem que se aproximar o máximo possível do ruivo natural. Daí tive uma longa conversa com o Dani (do Estúdio Jefferson Hoffmann), e também com o próprio Jeff, porque eles cuidam de mim há anos. Nesta conversa analisamos meu tom de pele, olhos, estilo de vida, profissão e, mesmo depois de concluirmos que sim, eu ficaria bem ruiva, optamos por fazer alguns testes com perucas. Sim, meu povo! Eu testei perucas! O plano era fazer a transformação no final de julho, mas a ansiosa não conseguiu esperar. E querem sabe? Ainda bem, porque eu amei a cor! O desapego da loirice era uma coisa latente em mim desde que fiz o último clareamento das madeixas, lá no começo de maio. O loiro-claro-branco-platinado-quase-cinza que eu tinha há 5 anos já estava perecendo. Cabelos descoloridos demais têm vida curta, e os meus duraram muuuuito bem perto da média graças a muito tratamento que eu até contei em um post aqui no blog. 2 – O Processo:

Como eu tinha o cabelo muito descolorido, para chegar ao ruivo desejado o Dani pigmentou o fio com uma cor quase igual à da minha raiz, que é um loiro acinzentado. Então, secou um pouco os fios e aplicou o tonalizante. O tonalizante, conta o Dani, difere da tinta porque tem beeem menos amônia, que é a responsável pela abertura das cutículas dos fios afim de que a coloração penetre. Resultado: os fios ficam mais saudáveis mas a cor dura menos. 3 – O Pós: Agora tem que cuidar para o cabelo não desbotar e nem perder o brilho. O ideal é retocar o tonalizante a cada mês e fazer tratamentos de celophane com cor de tempos em tempos. Dependendo do cabelo pode-se até intercalar tonalizante e celophane. Vou testar e conto depois. Os produtos em casa (shampoo, condicionador e máscara) não devem conter sulfato, porque este é um agente que desbota a cor. Eu vou experimentar a linha da L’Occitane para cabelos tingidos. O Dani falou que é fundamental usar protetores térmicos antes de usar secador e babyliss, porque as ferramentas térmicas colaboram para desbotar a cor. Eu já uso o Taming Elixir, da Sebastian, que também tem componentes hidratantes. Depois é só usar um produto para dar brilho. O Dani sugere o Liquid Gloss da Sebastian.

Mas e a maquiagem? No dia a dia uso filtro solar, corretivo, rímel e batom. Mas e à noite? Bom, minha primeira saída (e única até agora) foi um dia depois da coloração nos cabelos e eu confesso que experimentei todos os batons da minha caixinha. Eu não sou nenhuma Vic Ceridono, mas eu tenho alguma quantidade de batom. E no fim das contas acabei usando um gloss transparente. Foi aí que corri lá no Dani para pedir dicas de make para esta nova fase. Começamos falando do meu tormento da sexta à noite, ou seja: batom! O Dani falou que os vermelhos, desde os abertos até os mais escuros (tons de vinho), ficam lindos para ruivas, com exceção dos amarronzados e marrons, que ele acha que dão uma cara de antiga para a maquiagem (e para a pessoa, o que é péssimo!), e eu super concordo com ele. Testei e aprovei uns vermelhos, mas acho que vou me manter nos alaranjados e no Ruby Woo da MAC, que é o único vermelho “vermeeeelho” que não puxa para o rosa, nem para o laranja e ainda assim é vibrante e “aberto”. Ele disse que não gosta de rosas e afins para ruivas e eu concordei. Acho que dá para arriscar, no máximo, um tom de boca rosado. Quanto aos olhos, os com delineador são bem legais, mas podem dar uma cara muito icônica se acompanhados de batom vermelho. Se a intenção for a de despertar uma diva do cinema vai funcionar super bem! Se não, melhor optar por olho OU boca de diva.

Ele alertou para não pirar nos coloridos (coisa que eu realmente nunca fui de fazer) mas disse que se a intenção é mesmo usar cor, ele apostaria em um azul, só que numa maquiagem bem feitinha. Achei essas fotos da Julia Petit. Ela arrasou no delineador azul. Aliás, já deu para perceber que tem várias fotos dela neste post porque se há alguma ruiva no mundo que já testou todos os tipos de maquiagem, essa ruiva se chama Julia Petit.

Para não errar no make, o Dani sugere os esfumados marrons, que dão profundidade para o olho e cara de maquiada para a pessoa. Concordo muito porque para sair na sexta passada eu posso ter sofrido para achar o batom, mas o olho deu super certo com uma sombra marrom perolada que veio numa paleta da Sephora (que eu ganhei de presente de uma super amiga).

Por fim, ele falou que a melhor maquiagem que ele imagina para uma ruiva é “cara de bonita” com pele boa e iluminada. E eu acho que ele tem razão, porque foi a maquiagem que eu usei no segundo dia do Desapego de Danny Hellen na Aliança Francesa Caxias, e foi com ela que eu “me encontrei” mais facilmente no fim-de-semana. Para a noite basta investir naquele esfumadinho marrom, com ou sem acabamento pretinho na raiz dos cílios e pronto! Olha essas fotos da ruiva mor com esse tipo de make, que lindas. A minha preferida é a super iluminada!

Pois muito bem! Agora vou testar tudo isso! Acompanha lá pelo Instagram @coisasdedannyhellen e opina! Beijo!

Dani Conte
Dani Conte
Escreve sobre moda, beleza e tendências, mas também dá seus pitacos em outros assuntos. Revisa demonicamente todos os conteúdos do blog.

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