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O Papa é pop, já dizia a canção dos Engenheiros gaúchos do Hawaii, e a comida também!

Nunca a comida, e o ato de cozinhar, estiveram tão em voga.

Na pauta da TV, aberta ou por assinatura, proliferam programas de culinária, reality shows e roteiros gastronômicos.

Com a velocidade da informação alcançada com a internet e redes sociais, todos tem acesso a saber de tudo. Crescendo a informação sobre a gastronomia, cresce a vontade nas pessoas em experimentar.

Esta busca pode ser direcionada ao simples prazer , bem como para a saúde e esporte.

As experiências gastronômicas vêm se colocando no topo das listas de desejos da maioria das pessoas, independentemente do poder aquisitivo. Aliado a isto e, talvez até mais relevante, há o fato da maioria desejar uma alimentação que melhore sua vida de um modo geral.

Nesta corrente do bem, novos e criativos Chefs se estabelecem, especialistas em alimentos para intolerantes se formam e tem samba para todo mundo.

O que acontece de melhor é o acesso ao grande público da comida bem elaborada. Não é por nada que os Food Trucks e feiras gastronômicas fazem tanto sucesso. Não vi um único evento que reunisse os caminhões ou barraquinhas de comida, que não estivesse lotado. Sempre se formam filas e este é grande barato.

Por outro lado, não sei bem porque isto acontece. Já li alguns comentários, de gente que entende, mas nada que completasse plenamente o que sinto.

Acredito que (e é uma crença bem simplista) as pessoas, cada vez mais e em razão da realidade em que vivemos, estão de fato mais interessadas em sentirem prazer em vivenciar, em ter experiências novas, diferentes, que lhes inspire, do que acumular bens.

O uso dos recursos para o conforto, bem estar, beleza, viagens e, é claro, experiências enogastronômicas.

Afinal, o prazer de saborear algo inusitado e que aflore bons sentimentos é um dos melhores da vida!

Há um filme que amo ( já assisti inúmeras vezes), justamente para captar novas nuances, e que mostra estas sensações de prazer relacionadas à comida. Chama-se Ratatouille!

Como não se apaixonar?!

Há outros também, como  A Festa de Babette (a partir da cena do jantar), onde o prazer da comida e da bebida necessitavam ser disfarçados, por questões religiosas… É incrível!

E você, se permite?!

Não deixe de aproveitar essa onda fantástica da popularização da boa mesa! Vá a tudo, prove tudo e tire suas próprias conclusões… Afinal, como se diziam os mais sábios no passado: “Mais vale um gosto, que dois vinténs!

Beijos,

Zucca

www.zuccagastro.com.br

 

Dani Conte
Dani Conte
Escreve sobre moda, beleza e tendências, mas também dá seus pitacos em outros assuntos. Revisa demonicamente todos os conteúdos do blog.

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